
Escolher uma boa internet corporativa é uma decisão estratégica importante. Sem uma rede própria e de qualidade, as empresas perdem produtividade, têm menos segurança ao compartilhar dados e enfrentam problemas na comunicação entre colaboradores e clientes.
Há diversas opções disponíveis no mercado. Para escolher a melhor, você deve observar questões como tamanho da empresa; escalabilidade de operações; requisitos de segurança; orçamento; disponibilidade de rede, entre outros fatores.
Neste post você aprenderá em detalhes o que é internet corporativa, como funciona, quais tipos existem, e como analisar cada aspecto da sua operação para tomar a melhor decisão sobre a sua infraestrutura de rede.
O que é internet corporativa?
Em resumo, a internet corporativa é uma rede específica para uso empresarial. Esse tipo de conexão é necessária para lidar com as necessidades de segurança, transferência de dados, backups, ofertas de serviço e níveis de acesso das pequenas e médias empresas, além das grandes corporações.
Por tudo isso, as configurações são bem diferentes de uma internet normal, dessas que a gente usa em casa.
Para ilustrar: empresas que geram e transferem dados em tempo real precisam de baixa latência, do contrário, seus serviços não funcionam e elas perdem faturamento. E quem tem diversos dispositivos conectados ao mesmo tempo precisa de alta largura de banda para não gerar gargalos na produção.
Outro detalhe é que a internet corporativa oferece flexibilidade e escalabilidade. Conforme a empresa cresce, as necessidades de conexão ficam mais complexas. As redes domésticas podem acompanhar esse ritmo, através da adição de novos pontos de acesso e conexão.
Ela também tem soluções diferenciadas de segurança, o que é fundamental pois empresas são os principais alvos de criminosos. Uma conexão convencional é insegura, praticamente uma porta de entrada para acesso indevido a dados sigilosos.
Por fim, a internet corporativa tende a ter maior disponibilidade. Ou, ao menos, suporte especializado e preferencial. Afinal, ficar sem internet pode comprometer a oferta de serviços, afetar faturamento e até comprometer sistemas críticos, como os de instituições de saúde ou de prefeituras.
Quais as diferenças entre redes domésticas e corporativas?
Os requisitos da internet corporativa são bem diferentes das redes para usar em casa. Isso implica em diferentes configurações, funcionalidades e equipamentos utilizados.
As redes domésticas são projetadas para atividades mais simples. Não é necessário lidar com muitos dispositivos conectados, nem com transferências de dados muito intensas.
Já as redes corporativas, como você viu, precisam de altos níveis de segurança, escalabilidade e largura de banda.
Características de redes domésticas
As redes domésticas têm estrutura mais simples. Mesmo no caso das redes com maior velocidade, sua conectividade é considerada simples, pois a rede é usada para tarefas de baixa complexidade, como streaming de vídeo, jogos online e navegação web.
Outras características importantes das redes domésticas são:
- Segurança menos sofisticada, geralmente a partir de senhas Wi-Fi e firewalls básicos em roteadores;
- Ausência de gerenciamento centralizado;
- Uso de equipamentos mais simples, como roteadores comerciais, que podem ser facilmente configurados pelos próprios usuários, e repetidores de sinais, que são viáveis mesmo causando alguma redução de velocidade.
Características de redes corporativas
As redes corporativas precisam apresentar alta performance mesmo nas condições mais intensas de uso. Sua organização é complexa e é gerenciada por profissionais, que a adaptam de acordo com a necessidade de cada empresa.
Em comparação com as redes domésticas, apresenta as seguintes características:
- Segurança robusta, incluindo firewalls, sistemas de detecção de intrusão e redes privadas virtuais;
- Gerenciamento feito por profissionais de TI, que garantem o bom funcionamento e segurança das informações;
- Uso de equipamentos complexos, como servidores, switches e pontos de acesso.
Qual a diferença entre um roteador corporativo e comercial?
Uma forma de ilustrar as diferenças entre as redes é através dos roteadores. Estes componentes estão nos dois tipos de conexão, mas têm configurações, funcionamento e configurações bastante distintas.
Os roteadores corporativos:
- Suportam uma quantidade maior de dispositivos conectados simultaneamente;
- Permitem configuração e gerenciamento remoto;
- Podem funcionar por longos períodos de tempo de forma praticamente ininterrupta;
- Têm hardware mais avançado, com mais memória e capacidade de processamento;
Já os roteadores domésticos:
- Suportam alguns padrões de criptografia;
- Suportam algumas opções de firewall;
- Têm capacidades limitadas de configuração e personalização;
- Podem conectar um número limitado de dispositivos simultaneamente.
Benefícios de contratar uma internet corporativa
Os principais motivos para contratar uma internet corporativa são as conexões mais rápidas, seguras e confiáveis para a operação diária. Isso influencia desde a troca de mensagens entre os visitantes até a conectividade em equipamentos IIoT.
Veja abaixo os detalhes que fazem uma internet corporativa valer a pena para pequenas, médias e grandes empresas.
Menor latência
A latência é o tempo que um dado leva para ser enviado e recebido dentro da rede. Nas conexões corporativas, esse tempo é menor.
As redes são especificamente configuradas para encontrar os menores caminhos possíveis para o envio e recebimento de informações. Sem isso, serviços como videoconferências e aplicações baseadas em nuvens teriam atrasos que podem comprometer a experiência dos clientes.
Velocidade e estabilidade
As velocidades de download e upload são maiores nas redes corporativas, o que se reflete em um fluxo de trabalho mais eficiente. Também há maior rapidez para transmissão de informações, o que é especialmente útil para empresas que lidam com arquivos muito grandes com frequência.
E essas velocidades são constantes. Redes corporativas sofrem menos com oscilações de sinal. Assim, não há quedas, travamentos, ou baixa produtividade porque os funcionários precisam esperar a internet carregar.
Suporte para atividades críticas
A estabilidade da conexão corporativa oferece suporte em tempo integral para as atividades da empresa. Transações financeiras, operações de atendimento ao cliente, monitoramento de sistemas e backups funcionam sem interrupções.
Inclusive, há planos que contam com um SLA (acordo de nível de serviço), que estipula obrigações específicas ao provedor de internet para que a conexão não caia em momentos decisivos.
Tudo isso oferece maior segurança e tranquilidade para os negócios que dependem da internet para funcionar.
Maior segurança
As conexões corporativas também dão suporte para ações de segurança na sua empresa. Isso acontece de várias formas, desde firewalls dedicados até maior liberdade para a configuração da infraestrutura de rede.
Assim fica mais fácil e eficiente atualizar os softwares dos equipamentos, limitar quem tem acesso à rede, e impedir o acesso a informações sensíveis para quem está conectado em redes “estranhas”, fora da corporação.
Confiabilidade
A conexão corporativa cai menos do que a internet doméstica. Ela aguenta um número maior de dispositivos conectados ao mesmo tempo, tem largura maior para comportar transferências de dados complexos.
Empresas também têm suporte especializado, justamente porque certas operações simplesmente não podem ser interrompidas. Assim, mesmo quando há problemas, a tendência é que eles sejam solucionados mais rapidamente, sem imprevistos e prejuízos financeiros.
Tipos de internet corporativa
Os principais tipos de internet para empresas são fibra óptica, DSL, via satélite, dedicada, 5G e Wi-Fi. Cada uma tem vantagens específicas e, frequentemente, empresas contratam mais de um tipo.
Por exemplo, o Centro Universitário Santa Cruz usa as soluções 5G privativas da Ligga em algumas instalações dos cursos de saúde. A conexão 5G é necessária nesses laboratórios devido à sua ultravelocidade, mas aplicações menos críticas podem usar outras conexões que oferecem melhor custo-benefício.
Veja abaixo as características dos principais tipos de conexão.
Fibra óptica
A internet via fibra óptica é a melhor opção para empresas. Ela é mais estável, pouco sujeita a interferências, e mais rápida do que as demais.
Atualmente os cabos de fibra óptica são a melhor solução do mercado para transmitir dados – até por isso é o tipo de internet mais popular em diversos países do mundo, tanto para conexões empresariais quanto domésticas.
DSL
A internet DSL usa linhas telefônicas para fornecer conexão às empresas. É uma opção viável para empresas que estão em cidades que ainda não têm infraestrutura de fibra óptica.
Em comparação com a fibra, a DSL tem velocidades interiores e está mais sujeita a interferências.
Via satélite
Internet via satélite é uma boa opção para quem está em áreas remotas. Por exemplo, empresas do setor agro que têm instalações em áreas rurais.
O sinal é transmitido diretamente de satélites para os receptores, então ela chega em áreas mais isoladas, onde a fibra e a DSL não chegam.
As desvantagens disso é que a latência é muito maior, pois o sinal viaja uma longa distância física até chegar ao receptor. As oscilações e interferências também são muito maiores.
Internet dedicada
Internet dedicada ou link dedicado é uma conexão exclusiva para uma única empresa. Ou seja, a infraestrutura de rede não é compartilhada com nenhuma outra empresa ou pessoa física.
É um serviço personalizado para empresas que lidam com dados críticos e precisam de máxima performance e estabilidade em tempo integral. Tipicamente o serviço é fornecido através de fibra óptica e também conta com acesso sem fio via Wi-Fi.
Wi-Fi corporativa
As redes sem fio garantem maior mobilidade e conexão de dispositivos móveis e de maquinário especializado. Diversos tipos de conexão oferecem Wi-Fi – e, no caso das conexões corporativas, são oferecidos através de dispositivos específicos.
Outro ponto da Wi-Fi corporativa é a flexibilidade para distribuir pontos de acesso. Através de redes mesh, é possível eliminar pontos cegos e garantir a repetição de sinal sem degradação ou interferência.
5G
O 5G é a tecnologia mais rápida do mundo para conexão sem fio. Ela tem baixa latência e velocidades altíssimas. Para empresas, é ideal para aplicações “em tempo real”, como ações de realidade aumentada, ou para conectar equipamentos inteligentes para atividades em campo.
Normalmente ela é um complemento a outros tipos de conexões, como a fibra. Até seria possível substituir tudo por redes 5G, mas o custo seria muito mais elevado. Também é possível ter redes privativas, funcionando de forma parecida com um link dedicado para empresas.
Link dedicado e internet corporativa são a mesma coisa?
Essa é uma dúvida comum, até porque os termos frequentemente são usados como sinônimo, mas “internet corporativa” e “link dedicado” são serviços diferentes.
Internet corporativa são todos os tipos de conexão para empresas. Já o link dedicado é um serviço específico, que “isola” uma empresa de outros clientes em potencial para oferecer um serviço personalizado, exclusivo e de maior qualidade.
As principais características do link dedicado são:
- Maior largura de banda disponível;
- Baixa oscilação, pois a banda não é compartilhada com mais ninguém;
- Suporte personalizado, exclusivo e prioritário;
- Maiores possibilidades de personalização e de controle avançado sobre tráfego;
- Máxima segurança para transmissão de dados;
- Estrutura facilmente escalável.
Como funciona uma rede de internet corporativa?
Basicamente, a função da rede corporativa é conectar todos os dispositivos e sistemas da empresa.
Os principais elementos dessa estrutura são:
- Servidores, que centralizam o armazenamento e processamento de dados;
- Dispositivos de rede, como roteadores e pontos de acesso para conectar os dispositivos à internet;
- Softwares para segurança, como firewalls, VPNs e sistemas IDS;
- Políticas de controle de acesso, definindo quem pode se conectar e quais dados podem ser acessados;
- Gerenciamento da rede, incluindo definição de topologia, configuração de dispositivos e manutenção da estrutura, feita por uma equipe especializada de TI;
- Soluções para conectividade remota, para que os colaboradores possam acessar a rede fora do escritório. Costuma ser feito via VPN.
Essa estrutura é projetada para que a rede seja sempre segura, confiável e escalável, independentemente do quanto a empresa cresça ou sua operação mude.
Quais são os componentes essenciais da rede?
Os componentes-chave para o funcionamento de uma rede corporativa são equipamentos físicos e programas especializados.
Hardware é a estrutura física que garante a conectividade. Estão aqui os servidores, roteadores e pontos de acesso. São equipamentos específicos para uso em empresas, com configurações robustas o suficiente para dar conta da demanda de dispositivos conectados e transmissão de dados.
É por meio deles que todos os dispositivos são conectados, desde os computadores até as impressoras e maquinário especializado;
Software são os programas que gerenciam os equipamentos de rede. Incluem programas de gerenciamento de tarefas, firewalls, provedores internos de e-mail, programas de comunicação remota, redes virtuais, entre outros. Em alguns casos, servidores e switches também existem apenas de forma virtual, sem software físico.
Também há sistemas específicos para monitorar o tráfego da rede, utilizados pelo departamento de TI. Por meio deles é possível entender quais funções ou setores requerem maior largura de banda, identificar problemas e monitorar tráfego.
Qual a topologia de rede mais usada em redes empresariais?
Topologia é a forma como todos os aparelhos e dispositivos se conectam. Ela é basicamente um “desenho” que especifica todos os dispositivos e a disposição deles na rede. Atualmente a mais comum é a estrela.
Na topologia em estrela, os dispositivos são conectados a um switch ou roteador central. Ela é amplamente usada por empresas pois uma série de vantagens para a gestão:
- A manutenção é mais simples, pois as falhas não comprometem literalmente toda a estrutura;
- É mais fácil de escalar, pois é possível adicionar novos dispositivos sem interferir no restante da rede, pois nem todos estão conectados;
- O desenho da rede torna o diagnóstico de problemas mais simples, pois basta verificar os nós que perderam sinal;
- Facilita o gerenciamento de dados, pois toda a transmissão é feita por equipamentos “centrais” que conectam os demais dispositivos.
A principal desvantagem é a dependência exclusiva do equipamento central. Ou seja, se o hardware que está no centro da estrela parar de funcionar, a rede cai. Para mitigar o problema, é necessário investir em redundância – ter outros equipamentos em segundo plano, que entram em ação caso o principal pare de funcionar.
Outros tipos de topologia de rede são anel, malha, árvore, barramento, ponto a ponto, linha e totalmente conectada. Cada uma tem seus prós e contras que devem ser levados em conta no momento da implementação.
Como funcionam as VPNs em redes corporativas?
VPN é a sigla para Virtual Private Network, ou Rede Virtual Privada. É uma rede estabelecida entre um cliente (um computador, celular ou tablet) e um servidor (a rede da empresa).
A VPN estabelece uma conexão segura com a rede, que “mascara o seu IP” e permite navegação mais segura. Assim, mesmo se você estiver fora do escritório, pode acessar trabalhar com segurança, sem precisar acessar os arquivos via internet doméstica ou redes públicas, que são muito menos seguras.
Esse tipo de conexão existe fora do contexto empresarial também. É muito comum usar VPNs para acessar conteúdo geograficamente bloqueado, como streamings de outros países para assistir séries que ainda não chegaram ao Brasil. O funcionamento é o mesmo: quando você acessa via VPN, seu IP real fica oculto e é como se você estivesse acessando o serviço de outro país.
É necessário configurar as redes virtuais para funcionários que trabalham fora do escritório e para aqueles que viajam com frequência. Assim, a produtividade aumenta sem colocar a segurança dos dados em risco. Para empresas que não têm essas necessidades, as VPNs não são tão críticas.
Qual a função dos servidores em uma rede corporativa?
Os servidores são responsáveis por armazenar e processar dados, além de gerenciar o acesso a eles. Logo, diversas funções das empresas passam por esses equipamentos, desde acesso a e-mails até os dados necessários para rodar certas aplicações.
Também é através do servidor que a rede é controlada. Ou seja, é por meio deles que o departamento de TI pode liberar ou bloquear acesso a determinadas informações, e fazer o controle geral de tráfego da rede.
Existem vários tipos de servidores diferentes, que podem ser físicos ou virtuais. Em geral, suas funções são as mesmas.
Os servidores físicos usam componentes de computadores comuns. A diferença é que o hardware e software são altamente específicos, para poder dar conta das demandas da empresa como um todo.
Além disso, são equipamentos a prova de falha: eles oferecem total controle sobre períodos inativos, para minimizar o tempo ocioso. E, geralmente, há opções secundárias que entram em ação quando o sistema principal não está ativo.
Os servidores virtuais funcionam em nuvem, replicando as mesmas funcionalidades de um servidor virtual. Isso o torna mais econômico, pois não há necessidade de investir em equipamento físico, nem em energia e refrigeração para mantê-lo funcionando. A desvantagem é que não oferece tantas opções de personalização quanto ter um equipamento próprio.
Existem diferentes opções de montar servidores em uma rede corporativa. Você pode adquirir os equipamentos, usar infraestruturas terceirizadas, ou uma opção virtual. Para fazer a escolha, precisa pensar em escalabilidade, custos, manutenção, backup, segurança e dados e facilidade de acesso.
Quais fatores influenciam na escolha de uma rede corporativa?
Agora que você já sabe o que é uma internet corporativa e como funciona, chegou a hora de entender como contratar a sua!
Quando se compra uma internet para casa, normalmente o primeiro ponto que observamos é a “quantidade de Mbps” para medir a velocidade necessária. Para empresas, é bem mais complexo do que isso: além de escolher o provedor de internet, você também deverá se atentar às necessidades gerais de conectividade da empresa.
Atente-se para os seguintes pontos para fazer a escolha:
Tamanho da empresa
Influencia diretamente na sua necessidade de banda e estrutura de rede. Para empresas menores, soluções mais simples oferecem menor custo-benefício. Já as empresas de maior porte precisam de estruturas com múltiplos roteadores, switches e servidores. E, além disso, precisam de maior largura de banda.
Escalabilidade
Além de pensar na estrutura atual da empresa, você deve projetar cenários futuros. Se a empresa crescer o número de colaboradores, a estrutura atual continuará atendendo bem? Será simples conectar novos dispositivos? Isso ocasionará custos extras? O que acontece se for necessário substituir a infraestrutura caso a empresa comece a processar um volume maior de dados?
Considere estas e outras perguntas junto ao seu departamento de TI para tomar uma decisão.
Desempenho
Aqui estamos falando da velocidade da rede propriamente dita. Selecione um provedor de internet capaz de oferecer velocidades compatíveis com o tipo de operação que você realiza. Por exemplo, se videoconferências são uma prioridade, busque soluções de baixa latência. Se sobe muitos arquivos, busque boa velocidade de upload, e assim por diante. Sua estrutura de rede também deve favorecer o desempenho, sem gargalos e com largura de banda otimizada para as suas principais funções.
Custo
Bom, aqui é autoexplicativo, não é? Analise diferentes opções e contrate a que cabe no seu orçamento. Além do custo mensal com a fatura de internet, considere os custos da área de redes como um todo: valor para adquirir equipamentos, manter a rede rodando, ter opções reservas para não sofrer com interrupções de serviço, entre outras variáveis.
E lembre-se daquela máxima: o barato pode sair caro. Considere sempre a segurança das informações na hora de tomar a decisão. Por exemplo, escolher uma solução de rede que não contempla VPN pode sair mais barato no curto prazo. Mas essa “economia” dura apenas até o primeiro vazamento de informações sigilosas da sua empresa.
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